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A diversidade do Lollapalooza Brasil

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Um dos maiores nomes do rock atual, Jack White está fazendo um som que bebe nas águas do rock sulista.

Um dos maiores nomes do rock atual, Jack White está fazendo um som que bebe nas águas do rock sulista.

Foto: Divulgação/Lollapalooza

Um dos maiores nomes do rock atual, Jack White está fazendo um som que bebe nas águas do rock sulista.
O som de Jack White tem lembrado Led Zeppelin. Nada mal, o espírito dos deuses do hard rock parece ter voltado a circular pela terra.
EDM nada mais é que a maneira como os americanos chamam a música eletrônica. Calvin Harris é um dos seus maiores expoentes.
Sem contar que o mito Robert Plant, vocalista do Led, também está no line-up. Seu som está entre rock, folk e world musi, mas ele é representante máximo do rock clássico no festival.
Pharrell Williams fez história como produtor e hitmaker, indo do rap ao pop. Seu trabalho solo incorpora todas essas referências.
Será inevitável bater continência para o projeto capitaneado pelo DJ e top produtor Diplo no Lolla Brasil. O Major Lazer trafega entre trap, dubstep, EDM e outros subgêneros da eletrônica.
Um vocalista carismático, um punhado de hits fofos, o Bastille  faz indie rock de arena, para cantar juntinho e com o celular aceso para criar aquele efeito que antes as plateias conseguiam com isqueiros, na época em que todo mundo fumava e andava com isqueiro.
Os caras do Kasabian já disseram que odeiam ser chamados de indie rock. Nada mais indie rock.
Rock alternativo de Leeds, Inglaterra, mas pode chamar o Alt-J de indie rock também.
Vamos falar de EDM, bass music e dubstep? Pode chamar o xamã Skrillex. O cara está sempre pronto a soltar  uns drops perfeitos pra bater cabeça e enlouquecer geral.
Pop, pop, pop. Com alguma coisa de eletrônico. Se os diamantes são etermos, nosso amor por Marina & The Diamonds também é.
Kongos, banda da África do Sul, usa elementos  do rock e do kwaito, variação da house sul-africana.
Exímia guitarrista e multi-instrumentista, St. Vincent é uma das mulheres poderosas dessa edição. Seu estilo está em algum lugar entre o indie rock e o indie pop.
Dillon Francis foi um dos ícones do moombahton, gênero que abriu as portas para o novo tribal dance. Seu som hoje está mais para o electro comercial e também pode ser classificado sob o guarda-chuva da EDM.
Billy Corgan e Pharrell Williams
Fofos demais para o grunge, maduros demais para o emo, os Smashing Pumpkins, de Billy Corgan, fogem de classificações. Seus fãs não tem dúvida, pode chamar de amor.
Com canções que grudam na cabeça, o Foster the People faz uma espécie de indie pop. No Lolla Chile, eles fecharam tudo e a galera cantou cada frase dos hitmakers de Los Angeles.
Pós-punk de Nova York, o Interpol casa e eletrônica para fazer um som meio vampiresco e dançante.
Ícone da EDM, Steve Aoki é amado por seus fãs e odiado pelos detratores por se preocupar mais com micagens, boladas e surfes na plateia que com o som. Quem se jogar ao som do americano irá se divertir com certeza.
Indie rock de Brighton, Inglaterra, os Kooks tem um pouco de britpop e também soam um pouco como Kinks, The Fratellis e Arctic Monkeys.