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As lendas e fatos sobre Walt Disney

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Durante 60 anos foi totalmente proibido aos funcionários dos parques da Disney trabalhar de bigode, cavanhaque, barba de lumbersexual etc. Pior: durante as décadas de 1950 e 1960, nem visitantes podiam frequentar o lugar usando barba, que dirá os hippies da época. Agora, muito fácil proibir quando c e r t a s  p e s s o a s usavam um belo bigodão, né, seu Disney?

Durante 60 anos foi totalmente proibido aos funcionários dos parques da Disney trabalhar de bigode, cavanhaque, barba de lumbersexual etc. Pior: durante as décadas de 1950 e 1960, nem visitantes podiam frequentar o lugar usando barba, que dirá os hippies da época. Agora, muito fácil proibir quando c e r t a s  p e s s o a s usavam um belo bigodão, né, seu Disney?

Foto: Reprodução

Durante 60 anos foi totalmente proibido aos funcionários dos parques da Disney trabalhar de bigode, cavanhaque, barba de lumbersexual etc. Pior: durante as décadas de 1950 e 1960, nem visitantes podiam frequentar o lugar usando barba, que dirá os hippies da época. Agora, muito fácil proibir quando c e r t a s  p e s s o a s usavam um belo bigodão, né, seu Disney?
Sabe quando você conta pros seus amigos que seus pais queriam te batizar como Eustáquio ou Genoveva? O Mickey também pode contar essa pros amiguinhos. Quando Walt desenhou, em 1928, a primeira versão do camundongo, ele assinou logo abaixo Mortimer Mouse. Porém, foi logo advertido por sua esposa, Lily, que falou que só por cima do cadáver dela o bicho ia carregar esse nome pro resto da vida. Walt, que não era bobo, obedeceu. Mais tarde, Mortimer se tornou um vilão nas histórias de Mickey (no caso, o malandro ao lado).
Ele não permitia que mulheres participassem de nenhum trabalho criativo dos estúdios, como desenhar e escrever os diálogos das animações. Segundo ele, no recorte ao lado, "mulheres que fazem cartoons inevitavelmente desenham de forma frágil. E isso também requer um senso de humor que mulheres não costumam ter". Como ousas? Mas calma, que o assunto rende...
No começo deste ano, Meryl Streep aproveitou uma premiação para falar algumas palavrinhas sobre o cartunista, reforçando uma frase de um de seus desenhistas, Ward Kimball: "ele não confia em mulheres nem em gatos". E ainda finalizou dizendo que ele era um "intolerante de gênero", lendo partes da carta citada anteriormente. A sobrinha-neta de Walt, Abigail, assinou embaixo. "Anti-semita? Sim. Misógino? CLARO. Racista? Gente, ele fez um filme (Mogli - O Menino Lobo) sobre como é importante ficar 'com as pessoas do seu grupo social' justo em uma época de segregação racial!
Os boatos de Walt pertencer a grupos nazistas surgiu com base em três acusações: de que ele frequentaria encontros anti-semitas; de seus desenhos mais antigos incluírem caricaturas do tipo; e de Disney ter contato com nazistas famosos, como no caso da cineasta Leni Riefenstahl, que dirigiu o filme O Triunfo da Vontade.
O que isso quer dizer? Só os maçons sabem. Mas o boato é que muitos de seus desenhos traziam signos da maçonaria, quando não falavam abertamente da ordem, como no desenho ao lado.
Em 1966, Walt sofria de um câncer do pulmão que estava perto de lhe tirar a vida. Kurt Russell era um ator-mirim que acabara de assinar um contrato com o estúdio. Certo dia, Walt pegou um pedaço de papel e escreveu o nome do rapaz. E morreu.
Se você já foi para a Disneylândia, na Califórnia, é possível que tenha passado por cima de seu leito final. Reza a lenda que Walt está congelado logo abaixo do brinquedo Piratas do Caribe, esperando o dia em que a ciência o trará de volta à vida. Brrr!