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Clássicos da black brasil

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Tim Maia

Tim Maia

Foto: Reprodução/Facebook

Tim Maia
Tim Maia
Simonal
Fábio e Tim, dupla dinâmica
Marcos Valle foi da segunda geração da bossa e se reinventou olhando para a música negra nos anos 70 e 80.
Maestro das estrelas, Lincoln Olivetti fez arranjos e deu uma cara mais pop para Gal Costa, Gilberto Gil, Tim Maia, Jorge Benjor, Rita Lee, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ângela Rô Rô, Zizi Possi, Fagner, Wando e Joanna.
Tim Maia
Hyldon
Hyldon
Hyldon
Fábio Stella
Fábio Stella e Tim
Arranjador da pesada, Erlon Chaves esteve por trás de sucessos do início da carreira de Jorge Benjor.
A voz é um instrumento musical. Se você duvida, ouça Elza.
A voz e o black power de Toni Tornado são ícones do black Brasil
Hyldon
Claudette Soares
O clássico Carlos, Erasmo é uma das provas de que o Tremendão bebeu nas fontes sagradas da música negra.
A parceria entre Lincoln Olivetti e Robson Jorge definiu a black Brasil dos anos 80.
Roger, Frankie, Tim e Felix. A temportada de Tim Maia nos EUA teve até cadeia, mas muita música negra também.
Idolatrada no mundo inteiro, a Banda Black Rio injetou sofisticação e brasilidade no funk, soul e outras expressões negras.
Azymuth
Antes de se tornar ícone da música instrumental e antecipar o acid jazz e o nu jazz, o trio Azymuth foi a banda de estúdio de nomes como Raul Seixas, Tim Maia, Erasmo Carlos, MPB-4, Marcos Valle, Erlon Chaves, Sérgio Sampaio, Gonzaguinha e outros.
Como Deodato, revolucionou a disco music e o fusion. Após ter construído uma carreira nos Estados Unidos e viajar o mundo, hoje está estabelecido em Paris.
A grande dama Leny Andrade é embaixatriz mundial da bossa e do samba.
Arranjador preferido de Tom Jobim, Deodato é um dos nomes mais prominentes do fusion, a fusão de jazz com música brasileira, latina e negra.
Com Bad Donato, João Donato alargou as barreiras da música black, da psicodelia e do jazz em uma só tacada. Em toda sua obra, no entanto, a influência dos orixás e da música negra está presente.
Ainda como Jorge Ben, nos anos 60 e 70, Jorge Benjor tornou-se um dos nomes mais internacionais da música brasileira.
Em Djavan, a música negra se funde com o Nordeste, com as influências indígenas e alcança uma particularidade marcante.
Um dos maiores astros da música brasileira. em qualquer gênero e tempo. Lançou modas, lotou estádios e foi vítima de uma campanha difamatória que o acusou de colaborar com os militares. Tinha talento e voz que o tranrfomou em espécie de Nat King Cole brasuca.
Milton Nascimento
A cor da pela não tem nada a ver com a música e o próprio Caetano já se perguntou: "Eu sou neguinha?"
Ícone tropicalista, ex-ministro, Gilberto Gil é uma presença intangível da cultura brasileira. A Bahia, que lhe deu régua e compasso, sempre foi black e essa inspiração permeia sua música.
Alcione, a Marrom, trouxe seu feitiço do Maranhão para a música brasileira.
Cassiano, Imagem e Som, um dos clássicos do gênio paraibano
Cassiano