
Festivais movimentam milhões de pessoas, e seu impacto ambiental é inegável: 80% das emissões de carbono desses eventos vêm do transporte do público, e eventos como o Coachella podem gerar mais de 100 toneladas de resíduos sólidos por dia. Mas e se, em vez de vilões ambientais, os festivais se tornassem catalisadores de mudança?
Essa é a missão do Cultura Circular, programa do British Council que já apoiou mais de 110 festivais na América Latina e no Caribe, capacitando organizadores a reduzirem emissões, otimizarem recursos e criarem soluções sustentáveis inovadoras. No Brasil, o programa ajudou festivais como o Afropunk Salvador a implementar estações públicas de reciclagem e compostagem e possibilitou que o Se Rasgum, em Belém, se tornasse o primeiro festival “Lixo Zero” da Amazônia. Neste ano, o programa destinará R$2,5 milhões para festivais, sejam de música, dança, cinema, teatro, arquitertura e outras linguagens, da América Latina.
“Cultura Circular não se trata apenas de apoiar festivais – é sobre criar um movimento. Ao incentivar a colaboração entre artistas brasileiros e britânicos e fornecer os recursos necessários para implementar práticas sustentáveis, estamos construindo um legado de responsabilidade ambiental e inovação cultural. Queremos ser um exemplo do poder das artes para promover mudanças reais na luta contra as mudanças climáticas", destaca Rafael Ferraz, Diretor de Artes do British Council no Brasil.
Prazo para inscrições: 30 de março de 2025
Saiba mais e inscreva-se: 


