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8 artistas que valem a visita à Bienal do Graffiti

Foto 29 de 30

Foto: Gabriel Quintão

<b>Idade</b>: 28 anos 
<b>Cidade</b>: São Paulo 

<b>Bio</b>: Faz grafite desde os 18 anos nas ruas de São Paulo.  Graduado em Artes Plásticas pela Faculdade Paulista de Artes, é também arte-educador. 

Sócio fundador da A7MA Galeria, ele também atua como curador e organizador de exposições e ilustrador de campanhas publicitárias. 

Tem mais de 30 exposições no currículo no Brasil, Alemanha, Austrália.
Rostos estampados em panos na obra exposta na Bienal do Graffiti
<b>Idade</b>: 16 anos 
<b>Cidade</b>: Americana e São Paulo (SP) 

<b>Bio</b>: Coletivo de arte formado por André Ortega, Daniel Cucatti, Eduardo Saretta, Haroldo Paranhos, Marcelo Fazola e Rogério Fernandes (CDR). Multidisciplinar, o grupo reúne artistas de rua com atuações diversas como música, arquitetura, tatuagem e vídeo-produção. 

No estúdio da cidade de Americana, o coletivo faz  produção de posteres, adesivos, camisetas, produção de vídeo, eventos, festas, cenários e exposições.

Já tiveram trabalhos expostos no Museu de Arte Contemporânea de Americana (2004); Memorial da América Latina (2006); Fundação Brasilea, em Basel, Suiça (2011); Galeria Choque Cultural (2012), Projeto Huellas del Arte em Maracay, Venzuela (2012); Centro Cultural Banco do Nordeste em Juazeiro do Norte - CE (2013) e Ateliê Aberto, Campinas – SP (2014).
Obra da Bienal de Graffiti
<b>Idade</b>:  31 anos
<b>Cidade</b>: São Paulo 

<b>Bio</b>:  Começou seu trabalho artístico em 98. Artista plástico autodidata e grafiteiro, teve seu primeiro contato com a linguagem do graffiti na capital paulista. Suas referências foram os muros da cidade e algumas revistas que existiam na época. Seus personagens remetem a um conceito divertido e ao mesmo tempo suave, com curvas e detalhes que entram em harmonia com o espaço ao que é submetido.Já participou de mais de dez exposições, no Brasil e no exterior.
Obras na Bienal do Graffiti
Obras na Bienal do Graffiti
Obras na Bienal do Graffiti
Obras na Bienal do Graffiti
<b>Idade</b>:  39 anos 

<b>Cidade</b>: Belo Horizonte (MG)

<b>Bio</b>: Faz grafite desde 1997.  Abstração e surrealismo em uma mistura 
de técnicas estão presentes no trabalho do artista.
Obras na Bienal do Graffiti
Obras na Bienal do Graffiti
Obras na Bienal do Graffiti
<b>Idade</b>: 30 anos
<b>Cidade</b>: Poá (SP) 

<b>Bio</b>: Formado em Artes e professor de artes na rede estadual de ensino de São Paulo. Começou a fazer sua arte nos muros da cidade onde mora, Poá, em 2012. No mesmo ano levou sua arte para o centro de São Paulo. Muros e bancas de jornais pelo centro são suas telas, além de pintar em eventos comunitários em comunidades e periferia. As técnicas usadas são stencil cortado à mão e spray.
Monalisa funkeira
Monalisa funkeira
<b>Idade</b>: 30 anos

<b>Cidade</b>: Buenos Aires (Argentina) 

<b>Bio</b>: Entrou em contato com a arte de rua ainda muito cedo, sendo umas das primeiras integrantes do grupo experimental de arte de rua "Expression Session", em Buenos Aires. Uma das poucas artistas argentina a levar a sua arte para rua. A formação em moda reflete em seu trabalho, que é colorido e feminino. A inspiração de seu trabalho vem da natureza, do cosmo, da teoria quântica.
Trabalho na Bienal do Graffiti
Grafite de Marina Zumi
Grafite de Marina Zumi
<b>Cidade</b>: São Paulo 

<b>Bio</b>: Começou o trabalho em 1999 e mais tarde se junto ao grupo SJS. Passou a assinar como Mundano em 2006. Usava rolinho e latex o que, segundo ele, seus personagens têm traços mais brutos e simples
Desenvolveu o conceito “graffiti paporreto. Já pintou mais de 200 carroças de catadores de lixo.  Criou o movimento colaborativo Pimp My Carroça, em que viabilizou, de modo independente, recursos com doação pela internet pra ir além das pinturas. É dele o trabalho feito na carçaca de um carro abandonado na Represa Atibainha, que faz parte do Sistema Cantareira.
Obra de Mundano na Bienal do Graffiti
<b>Idade</b>: 30 anos

<b>Cidade</b>: Recife (PE) 

<b>Bio</b>: A xilogravura popular e a street art são a base do trabalho do artista pernambucano, cujas obras tem influência da fundição desses dois gêneros da arte Popular. Assim, ele criou um novo projeto de linguagem contemporânea incorporando, nas obras, elementos do graffiti e da xilogravura. Com poucas e contrastantes cores, apropriação da estética da xilogravura, criou uma simbiose da intervenção urbana com um dos principais meios de comunicação impressa da cultura popular.Faz cenários, ilustrações e painéis. Tem mais de dez exposições no currículo, no Brasil e no exterior.
Obra de Derlon na Bienal do Graffiti
Série Baralhos, 2010
Painel, 2009
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