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Eles levaram o Oscar fazendo personagens doentes ou debilitados

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A atriz venceu o Oscar de Melhor Atriz em 2015 por "Still Alice", onde interpreta uma mulher com Alzheimer

A atriz venceu o Oscar de Melhor Atriz em 2015 por "Still Alice", onde interpreta uma mulher com Alzheimer

Foto: Divulgação

O ator venceu o Oscar de Melhor Ator em 2015 por "A Teoria de Tudo", vivendo o físico Stephen Hawking, personagem real, vítima de uma doença degenerativa
A atriz venceu o Oscar de Melhor Atriz em 2015 por "Still Alice", onde interpreta uma mulher com Alzheimer
No Oscar de 63, Patty venceu como coadjuvante por "O Milagre de Anne Sullivan", vivendo a história real de Hellen Keller, menina cega e surda
O ator ganhou em 79 como Melhor Ator por "Amargo Regresso", vivendo um ex-combatente do Vietnã, agora paraplégico
A atriz venceu em 87 como Melhor Atriz por "Filhos do Silêncio", vivendo uma surda. O detalhe é que, na vida real, Marlee é mesmo surda
Em 89, Dustin venceu como Melhor Ator por "Rain Man", vivendo Raymond, um deficiente mental
O ator venceu em 90, vivendo a história real do escritor e artista plástico Christy Brown, deficiente físico
Em 93, Pacino venceu por "Perfume de Mulher", vivendo um ex-militar, hoje cego
Em 94, Hanks ganhou por "Filadélfia", onde viveu um advogado soropositivo que vai definhando, vítima do HIV
No ano seguinte, Hanks levou de novo, desta vez pelo papel título de "Forrest Gump" - o personagem pode ser considerado um deficiente mental, embora isso não fique claro no filme
A atriz ganhou como coadjuvante em 99, vivendo uma sociopata internada na clínica de "Garota, Interrompida"
Em 2005, ele levou por "Ray", onde vive o cantor cego Ray Charles - neste caso, além da deficiência física, Jamie investiu em outro filão oscarizável: "receber" o espírito de uma personalidade morta, ficando idêntico ao cantor
Vencedora como coadjuvante em 2012 por "Les Miserables", Anne viveu Fantine, que vive uma vida sofrida e miserável, terminando por se prostituir, adoecer e definhar até morrer
Venceu em 2014 como coadjuvante por "Clube de Compras Dallas", vivendo a travesti soropositiva que, nos anos 80, morre em decorrência do HIV
Pelo mesmo filme, Matthew venceu como Melhor Ator, vivendo o personagem real que descobre-se portador do HIV em 1985 e luta para vencer a síndrome