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Grandes bordões da teledramaturgia brasileira

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"Meninas, cheguei!" era o bordão que anunciava a presenta de Modesto Pitombo, em clara referência a Zé Trindade.

"Meninas, cheguei!" era o bordão que anunciava a presenta de Modesto Pitombo, em clara referência a Zé Trindade.

Foto: Reprodução

Você também ri de desgosto toda vez que ouve o Comendador José Alfredo mandar um "what the hell", um "sweet child" ou até mesmo um "my precious"? Tá na hora de renovar
Félix, coitado, carregava o peso do mundo em seus bordões. Afinal, ele deve ter "salgado a Santa Seia", "sambado no Santo Sepulcro" e "feito confete com os pergaminhos do Mar Morto".
Lá por 2009 a frase que você mais escutou nos almoços de família foi "are baba", dito a torto e a direito pelo núcleo indiano da novela. Havia também a variação "arebaguandi" e ambos queriam dizer "ai meu Deus".
Momento cultura: o personagem  Juca Pirama era uma referência ao poema I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, e seu bordão "Meninos, eu vi" também foi tirado da obra.
O núcleo marroquino da novela de Glória Perez usava o "insh'allah" para agradecer a Deus e o "arder no mármore do inferno" para malograr os inimigos.
Mas o bordão "Não é brinquedo, não!" foi um forte concorrente na novela, jogando a personagem Dona Jura nos anais da dramaturgia brasileiras.
Calma, que essa novela ainda tem mais um bordão famoso. Você se lembra o que Odete dizia ao partir para o Piscinão de Ramos? "Cada mergulho é um flash!"
"Stop, Salgadinho" era a maneira com que
A cidade de Greenville era um pedacinho da Inglaterra no meio do Nordeste, e, por isso, os personagens acabavam tropeçando na língua. Resultado disso era o "Oxente my God" usado por Altiva.
O ex-PM Seu Gomes não esquecia os dias de quartel, e tratava o ajudante Farinha com disciplina militar. "Copiou, Farinha?"
Raquel Accioli acreditava e bradava para todos os cantos que "sangue de Cristo tem poder!". Com uma filha daquelas, era preciso acreditar, mesmo.
"Sou chique, bem" era o bordão de Már(rrr)cia, a divertida prima caipira de Ana Francisca, protagonista de Chocolate com Pimenta.
"Mistééério" era o que Dona Milu repetia diante dos acontecimentos estranhos da novela do agreste.
"Meninas, cheguei!" era o bordão que anunciava a presenta de Modesto Pitombo, em clara referência a Zé Trindade.
Bia Falcão era má, péssima, terrível. E se tinha uma coisa da qual ela tinha medo era de ficar pobre. Seu bordão "pobreza pega" refletia bastante esse temor.
"Porque eu sou rica, RI-CA"
Sinhozinho Malta, homem joiado, confirmava suas teorias finalizando com "Tô certo ou tô errado?".
"Aaaa Ruuutinha é boa, a Raquel é marvada", nos ajudava Tonho da Lua quando as gêmeas nos confundiam a cabeça.
E pra encerrar:
JAMANTA.
NÃO.
MORREU.
(mas tinha horas que bem que podia, né?)