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Grandes mágicos e seus maiores atos

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O mágico inglês é absurdamente habilidoso na arte de enganar o cérebro das pessoas com sugestão, psicologia e desorientação. Um de seus números mais conhecidos é o da "leitura de mente", em que ele pede para uma pessoa escrever o nome de um objeto em um papel e tenta adivinhar o que é. Ele tem 20 perguntas para conseguir acertar. Detalhe: a pessoa deve responder mentalmente às questões, sem falar.

O mágico inglês é absurdamente habilidoso na arte de enganar o cérebro das pessoas com sugestão, psicologia e desorientação. Um de seus números mais conhecidos é o da "leitura de mente", em que ele pede para uma pessoa escrever o nome de um objeto em um papel e tenta adivinhar o que é. Ele tem 20 perguntas para conseguir acertar. Detalhe: a pessoa deve responder mentalmente às questões, sem falar.

Foto: Reprodução/ http://derrenbrown.co.uk/

Pai da mágica moderna e considerado por muitos o maior de todos os tempos, o húngaro era conhecido por seus números de escapismo, em que se desfazia de correntes, algemas e cadeados para se libertar. No número "Célula de Tortura Chinesa com Água", ele era acorrentado, imobilizado e mergulhado de cabeça para baixo em um aquário. Ele tinha cerca de três minutos para sair antes que ficasse sem ar.
Copperfield não é o mágico comercialmente mais bem sucedido do mundo por acaso. O cara gosta de coisas grandes. Ele já levitou sobre o Grand Canyon e atravessou a parede da Muralha da China. Seu maior feito, no entanto, foi provavelmente ter feito a Estátua da Liberdade "desaparecer" ao vivo em frente a câmeras de TV.
Popular durante a Segunda Guerra, o mágico estadunidense tinha como marca registrada a "lâmpada voadora". Nesse número, ele desrosqueava uma lâmpada de uma luminária e, ainda com o objeto aceso, o fazia flutuar e passar por dentro de um aro de ferro. Depois, ele levava a lâmpada para passear sobre a cabeça dos espectadores.
O mágico inglês é absurdamente habilidoso na arte de enganar o cérebro das pessoas com sugestão, psicologia e desorientação. Um de seus números mais conhecidos é o da "leitura de mente", em que ele pede para uma pessoa escrever o nome de um objeto em um papel e tenta adivinhar o que é. Ele tem 20 perguntas para conseguir acertar. Detalhe: a pessoa deve responder mentalmente às questões, sem falar.
O mágico de rua estadunidense é "o cara" quando falamos sobre resistência física. Ele ficou 63 horas dentro de um bloco de gelo e passou 35 horas em pé sobre um pilar de 30 metros. Mais ousado ainda foi a performance em que ficou 44 dias sem comida dentro de uma caixa de vidro, sobre o rio Tâmisa, em Londres, na Inglaterra. Um verdadeiro herdeiro de Houdini.
Criss tem uma série de truques bem legais como o de andar sobre a água em uma piscina cheia de gente e o de ser atropelado por uma jamanta enquanto está dormindo. Seu ato mais ousado, no entanto, foi ter passado 24 horas totalmente submerso em um tanque d'água, um sofrido recorde mundial.
Dynamo é um mágico de rua que "transforma" neve em diamantes e faz pessoas levitarem. Um de seus números mais famosos foi ter "andado" sobre as águas do rio Tâmisa, em Londres. Tudo foi fotografado e filmado.
Dante, o Rei dos Mágicos, foi responsável por inventar a palavra mágica "sim sala bim". Conhecido por sua habilidade na criação de engenhocas, ele tinha como um de seus números mais populares o ato de serrar uma mulher em duas, em uma mesa mágica aperfeiçoada por ele.
O excêntrico mágico alemão, amigo de Harry Houdini, foi o ilusionista mais bem pago de sua época. Seu número mais conhecido era "A Noiva do Leão", em que trocava de lugar com um leão vivo. Em uma apresentação desse ato, em Edimburgo, o teatro pegou fogo devido à falha em uma lâmpada, e ele morreu carbonizado.
A dupla de alemães, aposentada em 2010, ficou conhecida por suas apresentações espetaculares com animais exóticos, incluindo tigres brancos, em Las Vegas. Um de seus números mais lembrados é o "Interlude", em que Roy é colocado em pé em uma caixa, com uma cortina na altura do estômago, e, do buraco, saem uma mulher inteira e um tigre.
Pai da mágica moderna e considerado por muitos o maior de todos os tempos, o húngaro era conhecido por seus números de escapismo, em que se desfazia de correntes, algemas e cadeados para se libertar. No número "Célula de Tortura Chinesa com Água", ele era acorrentado, imobilizado e mergulhado de cabeça para baixo em um aquário. Ele tinha cerca de três minutos para sair antes que ficasse sem ar.