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Álbum

Ícones emergentes da cena gay

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Esses três goianos que fazem um tecnobrega de primeira tem uma vocalista transexual, Candy Mel.

Esses três goianos que fazem um tecnobrega de primeira tem uma vocalista transexual, Candy Mel.

Foto: Divulgação

Mykki é rapper, ator, poeta e multi-gênero. "Eu me considero gay há muito tempo", contou à Interview Magazine
O paulistano é o primeiro rapper do Brasil a se assumir gay publicamente. "A aceitação move o rejeitado", disse ele ao Virgula.
As MCs da Sapabonde se denominam "Neo baile funk de roda lésbico proibidão new laje".
O cantor e drag australiano levanta bandeira da causa LGBT e choca a sociedade conservadora ao se vestir de mulher e usar barba ao mesmo tempo
Olha ele/ela aqui de novo
Cakes é um rapper americano, que lançou o projeto musical #IMF. "Falar que um rapper é gay assumido não deveria ser novidade", disse ele.
Esses três goianos que fazem um tecnobrega de primeira tem uma vocalista transexual, Candy Mel.
Laura é transgenero e vocalista da banda de hardcore Against Me!. Ela assumiu seu jeito mulher de ser em 2012.
Ok, o líder do Placebo nem é tão novidade, mas é um ícone indie que mostrou que o mundo também pode ser bissexual sem culpa.
Sam é pop e é gay. Um dos maiores nomes mundiais assumiu sua homossexualidade recentemente, e, pelo seu Instagram, sofre horrores com a perda do namorado. "Tenho orgulho de ser gay", contou ao Fantástico.
Rapper americano que faz parte do termo "queer hip hop", em que os MCs cantam sobre homossexualidade, entre tantos outros temas
Quem é da night paulistana conhece o rock n' roll de Tiago Pethit. "Por que o gay não pode ser safado? Pode ser safado sim!", disse ele em entrevista  ao site Muza