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Loucuras do Japão

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Os host clubs são lugares bem comuns no Japão, em que mulheres pagam pela companhia de homens jovens. É um tipo de entretenimento sem sexo, mas bem caro. Os rapazes flertam com a cliente, servem bebida para elas e ouvem seus problemas. Há também lugares em que as acompanhantes são mulheres, chamados hostess clubs.

Os host clubs são lugares bem comuns no Japão, em que mulheres pagam pela companhia de homens jovens. É um tipo de entretenimento sem sexo, mas bem caro. Os rapazes flertam com a cliente, servem bebida para elas e ouvem seus problemas. Há também lugares em que as acompanhantes são mulheres, chamados hostess clubs.

Foto: Creative Commons/ Carrie

Nos últimos anos, foram criados diversos modelos de sutiã masculino no Japão. A WishRoom, uma das pioneiras na fabricação da peça, enfatiza que o produto desperta um sentimento 'delicado' nos homens. Tudo a favor de entrar em contato com o lado feminino, mas este repórter só anda de calça na rua porque é obrigado. Se tivesse de usar sutiã, queimá-lo-ia.
Garotas lambendo maçanetas, eis um hit-fetiche no Japão. Tudo começou quando o ilustrador Ryuko Azuma tuitou uma série de desenhos de garotas metendo a língua em maçanetas. A fotógrafa Ai Ehara respondeu com uma imagem de si mesma fazendo isso. A partir daí, a moda pegou.
No Japão, há vários grupos de garotas que se vestem de maneiras diferentonas, mas a mais estranha é, provavelmente, o das mambas e yamambas, meninas consumistas influenciadas pela cultura black dos EUA. Elas usam bronzeados artificiais bem escurões, com maquiagem branca na boca e ao redor dos olhos, além de roupas beeeem coloridas.
Os japoneses ligam um bom bocado para a aparência e têm produtos de beleza para tudo. Nessa montagem aqui, lhe apresentamos um 'exercitador para músculos faciais', uma 'sauna encolhedora de rosto' e um 'empinador de nariz'.
Não basta ser estranho, tem de ter um bagel no meio da testa. Um tipo de modificação corporal bizarríssimo na cena underground japonesa é injetar solução salina debaixo da pele e pressionar o centro do inchaço com o polegar, para formar uma rosquinha. Tem gente que aplica o negócio até duas vezes por ano.
Os host clubs são lugares bem comuns no Japão, em que mulheres pagam pela companhia de homens jovens. É um tipo de entretenimento sem sexo, mas bem caro. Os rapazes flertam com a cliente, servem bebida para elas e ouvem seus problemas. Há também lugares em que as acompanhantes são mulheres, chamados hostess clubs.
Imagina que sonho ouvir um sertanejão na boleia disso aqui. Outro rolê bem japonês é tunar caminhões, gastar montanhas de dinheiro colocando luzes de neon, um monte de partes cromadas e uns equipamentos estrambólicos no veículo pesado. Eles chamam o singelo hobby de "dekotora".
Velhinhos chupando pirulitos fálicos, homens vestidos como mulheres carregando um pinto gigante e mamães comprando móveis em formato de pênis. Essas são algumas das cenas do Kanamara Matsuri (festival do pinto de aço), que ocorre no mês de abril, na província de Kawasaki. O festival celebra a fertilidade primaveril.
Outra invenção que pegou no Japão foram as melancias quadradas, mais fáceis de empilhar no supermercado e de guardar na geladeira. Depois, os caras inventaram ainda a melancia em forma de coração (amor, suculento amor).
No Japão, você pode alugar um espaço de 2 m por 1,25 m para passar a noite. Os hotéis-cápsula são mais baratos que quartos de hotéis convencionais e, geralmente, têm televisão em cada cubículo. Muita gente fica bêbada no happy hour da firma, perde a hora e decide capotar em um hotel-cápsula mesmo.