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Álbum

Músicos escolhem os melhores discos de 2014

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"Encontre Seu Buda, do Criolo. Todo fim de ano costumo montar uma pequena coletânea para ouvir no carro durante as viagens. Em 2014 o disco do Criolo garantiu presença na minha playlist já na primeira audição. A faixa título, que abre o álbum, me ganhou de imediato. Frases como 'Aqui não é GTA, é pior, é Grajaú' ou 'Mudar o mundo do sofá da sala e postar no insta e se a maconha for da boa que se foda a ideologia' mostram onde está a atitude contestadora que a gente espera das bandas de rock no Brasil. Criolo eleva o Rap nacional, misturando ritmos e interpretando suas letras com maestria. Fiquei muito orgulhoso em ver o novo disco do Charme Chulo figurando em algumas listas encabeçadas por Convoque seu buda"

"Encontre Seu Buda, do Criolo. Todo fim de ano costumo montar uma pequena coletânea para ouvir no carro durante as viagens. Em 2014 o disco do Criolo garantiu presença na minha playlist já na primeira audição. A faixa título, que abre o álbum, me ganhou de imediato. Frases como 'Aqui não é GTA, é pior, é Grajaú' ou 'Mudar o mundo do sofá da sala e postar no insta e se a maconha for da boa que se foda a ideologia' mostram onde está a atitude contestadora que a gente espera das bandas de rock no Brasil. Criolo eleva o Rap nacional, misturando ritmos e interpretando suas letras com maestria. Fiquei muito orgulhoso em ver o novo disco do Charme Chulo figurando em algumas listas encabeçadas por Convoque seu buda"

Foto: Reprodução/Facebook

"É muito difícil escolher um só... mas acho que o que mais ouvi de lançamento em 2014 foi o Lazaretto, do Jack White. Porque estava curiosa pelo próximo disco dele, e porque ele sempre traz inovações sonoras, novas concepções de timbres e tal"
"Black Messiah do D’Angelo é uma obra prima. Demorou 13 anos pra ficar pronto e ainda foi mixado pelo Russel Elevado (que já ganhou muitos Grammys com os discos do D’Angelo e também mixou o nosso).”
"Foi o disco Barulho Feio do Romulo Fróes. As canções são belíssimas, e a sonoridade inteira do disco é maravilhosamente coesa, original e pungente".
"Gilbertos Samba, do Gilberto Gil. Um disco de muita leveza e complexidade do Gil homenageando João Gilberto. Tenho ouvido direto."
"Foi o álbum Warpaint, do Warpaint. Sou muito muito fã da banda. Elas ficaram 2 anos em estúdio produzindo o novo álbum, daí toda a expectativa foi bem recompensada. O álbum mostra uma banda muito madura, sem perder a essência que mostraram no EP de estreia."
Physical Word, do Death From above 1979. Eles são um duo que eu gosto muito, e não lançavam nada há 10 anos, inclusive eles mesmos declararam que estavam receosos por achar que tava tarde demais. Mas o disco é muito bom, conseguiram deixar a banda com mais pressão, e com melodias incríveis, destaque total pra 'Virgins'"
"Encarnado, da Jussara Marçal. Porque é um disco belíssimo."
"Anelis Assumpção e Os Amigos Imaginários. Acompanhei de perto o processo de gravação e aprendi muito. Tenho uma relação familiar com o disco, ouço as músicas e vejo as imagens."
Silva, Vista Pro Mar. É um disco de alguém com muita personalidade, que sabe criar um universo próprio pras suas músicas."
"Encontre Seu Buda, do Criolo. Todo fim de ano costumo montar uma pequena coletânea para ouvir no carro durante as viagens. Em 2014 o disco do Criolo garantiu presença na minha playlist já na primeira audição. A faixa título, que abre o álbum, me ganhou de imediato. Frases como 'Aqui não é GTA, é pior, é Grajaú' ou 'Mudar o mundo do sofá da sala e postar no insta e se a maconha for da boa que se foda a ideologia' mostram onde está a atitude contestadora que a gente espera das bandas de rock no Brasil. Criolo eleva o Rap nacional, misturando ritmos e interpretando suas letras com maestria. Fiquei muito orgulhoso em ver o novo disco do Charme Chulo figurando em algumas listas encabeçadas por Convoque seu buda"
Tenho dois discos preferidos de 2014: Amigos Imaginarios, da Anelis Assumpção, que é um disco cheio de músicas lindas como 'Song to Rosa' e 'Declaração', algo de brasilidades com psicodelismos e uma poesia muito particular da Anelis. E o outro foi Rainha dos Raios da Alice Caymmi. Acho um discão, original e muito, muito bem produzido pelo Diogo Strausz."
"Something Shines, da Laetitia Sadier. Ela é daquelas artistas que a gente fica esperando pra ver qual vai ser o seu próximo trabalho a ser lançado. Esse disco é o terceiro da sua carreira solo desde o fim do Stereolab, que a propósito é a principal referência pro Mombojó desde o início. Esse disco é muito bom de timbres e texturas."

"O outro é Nação Zumbi, da Nação Zumbi. Outra referência fundamental na nossa história. Fico feliz de poder ouvir trabalho novo da banda, depois de uma pausa de apresentações e lançamentos. Esse disco mostra uma faceta de Jorge do Peixe mais melódica. Acompanhamos os discos deles desde de sempre e observo como as linhas dos vocais foram ficando mais sofisticadas com o tempo."
"Lost in the Dream, do War on Drugs, porque é o primeiro disco legal deles e neste momento, ele tá rodando bastante no som. Não é um disco para ser ouvido uma vez. Tem que deixar rodar mais, o que já é um sinal de qualidade."

"O Terno, do O Terno, me marcou pelo seu frescor. Eu tenho ouvido com os meus filhos de 7 e 8 anos - e eles curtem. Eles também curtem Beatles, Police, entre outros, e acho que esta é a grande qualidade deste disco: ele é naturalmente agradável, despretencioso e flui muito melhor do que os discos desta velha guarda que andou lançando neste ano".
"Love Letters, do Metronomy.  Nesse último álbum como nos anteriores há uma cuidadosa pesquisa de timbres que se faz notar desde a primeira audição. Os níveis sutis das texturas são o destaque. As melodias estão mais 'rococó'. Em algumas faixas também dão o toque inteligente sonoro que a banda vem construíndo álbum a álbum".

"Pra Onde Que Eu Tava Indo, do Maurício Pereira. Ele é um gênio da canção. Nesse último trabalho, soube unir o lúdico das letras a um instrumental consistente. É um disco delícia para ser o primeiro do domingo ensolarado".
Despertador, do Léo Cavalcanti. Sou muito fã desse jovem talento que produz, compõe, toca e canta com um estilo muito próprio. Ouvi demais esse álbum no meu carro dirigindo por Belo Horizonte. Faz bem pra alma."
"Descobri recentemente o disco 3 Amigos, do Gustavo Prafrente. Ele saiu semana passada e nao sai da minha cabeça. É simples e profundo".
Quando vi que o disco Sobre Noites e Dias, do Lucas Santtana estava sendo indicado como um dos melhores discos de MPB de 2014, resolvi ouvi-lo e dar a atenção que ele merecia. Me apaixonei já na primeira música. As canções são lindas, com temas interessantes, e um som incrível, cheio de texturas! Além disso, os arranjos tem uma sonoridade própria, misturando elementos brasileiros com diversos gêneros, sempre a serviço das canções. Sem dúvida, uma grande referência para a Nova MPB"