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Obras de Niemeyer na gringa

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<strong>Centro Cultural Le Havre</strong>, na França (1982) - Quando construiu o edifício em Le Havre, uma comuna francesa na Alta Normandia, a principal preocupação de Niemeyer era integrá-lo à arquitetura da cidade. O complexo possui uma praça rebaixada para proteger as pessoas do frio e do vento, uma solução que não havia sido aplicada na Europa. O conjunto foi rebatizado, depois, de O Vulcão.

<strong>Centro Cultural Le Havre</strong>, na França (1982) - Quando construiu o edifício em Le Havre, uma comuna francesa na Alta Normandia, a principal preocupação de Niemeyer era integrá-lo à arquitetura da cidade. O complexo possui uma praça rebaixada para proteger as pessoas do frio e do vento, uma solução que não havia sido aplicada na Europa. O conjunto foi rebatizado, depois, de O Vulcão.

Foto: Reprodução/ www.oscarniemeyer.com

<strong>Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer</strong>, em Avilés, nas Astúrias, Espanha (2011) - Considerada pelo próprio Niemeyer a mais importante obra arquitetônica que projetou na Europa, o projeto do centro cultural foi um presente do brasileiro ao Principado das Astúrias. É composto por uma praça, um auditório, uma cúpula, uma torre e um edifício multiuso.
<strong>Sede das Nações Unidas</strong>, em Nova York (1947) - Uma das grandes referências para Niemeyer em seus anos de formação foi o francês Le Corbusier, um dos maiores nomes do modernismo arquitetônico. Aos 40 anos, já com um estilo próprio e maduro depois de projetar Pampulha, o brasileiro trabalhou com o francês em um grande projeto, o desenho da sede da ONU.
<strong>Sede do Partido Comunista Francês</strong>, em Paris (1971) - Niemeyer levou a sensualidade de suas curvas arquitetônicas e o jogo de volumes e espaços livres ao projeto da sede do Partido Comunista em Paris. O desenho foi um presente de Niemeyer aos seus camaradas comunistas do Velho Mundo.
<strong>Universidade Mentouri de Constantine</strong>, na Argélia (1969) - Niemeyer trabalhou no desenho da universidade durante seu período de exílio, quando fugia da repressão da ditadura militar no País. O número de prédios foi reduzido de vinte para sete, facilitando a circulação dos alunos.
<strong>Centro Cultural Le Havre</strong>, na França (1982) - Quando construiu o edifício em Le Havre, uma comuna francesa na Alta Normandia, a principal preocupação de Niemeyer era integrá-lo à arquitetura da cidade. O complexo possui uma praça rebaixada para proteger as pessoas do frio e do vento, uma solução que não havia sido aplicada na Europa. O conjunto foi rebatizado, depois, de O Vulcão.
<strong>Pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova York</strong> (1939) - O prédio temporário foi construído por Niemeyer em colaboração com Lucio Costa, arquiteto de quem havia sido aluno e estagiário. O desenho de Lucio havia vencido o concurso para a arquitetura da construção, mas o veterano considerou o projeto do pupilo melhor que o seu e propôs executá-lo em parceria. O Pavilhão Brasileiro foi um dos grandes destaques da feira
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