Vírgula

Álbum

Os filmes de Carlos Reichenbach

Foto 12 de 20

Um dos filmes mais caóticos do diretor (como o nome já indica), mostra o protagonista Ênio Gonçalves (direita) em crise na cidade, perseguido por uma espécie de demônio com quem faz um pacto

Um dos filmes mais caóticos do diretor (como o nome já indica), mostra o protagonista Ênio Gonçalves (direita) em crise na cidade, perseguido por uma espécie de demônio com quem faz um pacto

Foto: Divulgação

O cineasta gaúcho radicado em São Paulo Carlos Reichenbach é um dos nomes mais importantes do cinema brasileiro moderno, e principalmente do cinema paulista
Estreou em longas com a comédia maluca com toques de Jovem Guarda "Corrida em Busca do Amor", que nada tem a ver com a filmografia posterior do cineasta
Sua consagração veio com o filme seguinte, "Lilian M, Relatório Confidencial"
Filme bastante moderno para a época, que misturava o tom da pornochanchada com um lado sério, existencialista e quase documental
Até hoje é considerada a obra-prima do cineasta
Em seguida ele fez o estranho "Sede de Amar", com dois astros da TV Globo da época: Luiz Gustavo e Sandra Bréa, como a dupla que passa o filme inteiro refém de sequestradores e acaba se apaixonando
Eis aqui um típico representante da pornochanchada, mas com Reichenbach na direção tudo ganha toques irônicos e irreverentes
Na mesma linha, "O Império do Desejo" é hilário e corrosivo ao mesmo tempo
Rodado no litoral paulista, mostra um DJ de rádio, sedutor e mulherengo (Jonas Bloch), que se envolve com diversas mulheres
Em plena era da "putaria" no cinema nacional dos anos 80, o diretor ousa fazer um filme denso que discute os limites entre amor e sexo
Na sequência, mais um filme que flerta com o erótico, mas sempre com o tenso tom de suspense que envolve as obras de Reichenbach
Um dos filmes mais caóticos do diretor (como o nome já indica), mostra o protagonista Ênio Gonçalves (direita) em crise na cidade, perseguido por uma espécie de demônio com quem faz um pacto
Ambientado numa escola de subúrbio de SP, mostra o cotidiano de três professoras, lideradas por Betty Faria (direita)
Um dos melhores filmes do cineasta, narra a amizade entre dois homens, desde a infância nos anos 50, o envolvimento com a ditadura nos 60 e o reencontro na fase final, quando um deles (Bertrand Duarte, direita) tem um encontro marcado com a Morte (Carolina Ferraz)
Carlos Alberto Ricelli nos bastidores do filme ambientado em 1968, no auge da ditadura militar
Já no Século XXI, Reichenbach focaliza a vida de garotas operárias na região industrial do ABC paulista, em meio aos conflitos raciais e religiosos que envolvem um grupo neo-nazista
Betty Faria volta a estrelar um filme de Reichenbach, como a mulher amante de um político que esconde o filho deste quando a esposa do figurão se suicida. Em cena, Betty com Werner Schunemann
Último longa do diretor, com a trans Léo Aquilla (esquerda) e Rosane Mullholand (direita) como irmãos em busca de uma vida melhor. A personagem de Rosane é a "falsa loura" do título
Que se envolve com o pagodeiro "comedor" interpretado por Cauã Reymond
E acaba se prostituindo, sem perceber exatamente como