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Pegadinhas épicas de 1º de abril

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A revista esportiva norte-americana Sports Illustrated dedicou uma matéria da edição de 1º de abril de 1985 ao perfil do jogador Sidd Finch, nova promessa do beisebol que jogaria pelo Mets. 

Finch nunca havia jogado beisebol antes, mas era imbatível: conseguia arremessar a bola à velocidade de 265 km/h, valor 60% mais alto do que o recorde anterior.

Ele adquirira a habilidade durante uma temporada em um mosteiro no Tibete. Os fãs do Mets lotaram a caixa de correio da Sports Illustrated em busca de mais informações sobre o extraordinário jogador. 

Mas, na verdade, tudo não passava de invenção do repórter George Plimpton, que assinava a matéria. Ele deu uma dica aos leitores, mas poucos desvendaram: somadas, as primeiras letras de todas as palavras da última frase do texto formavam, juntas, “Feliz Dia da Mentira”.

A revista esportiva norte-americana Sports Illustrated dedicou uma matéria da edição de 1º de abril de 1985 ao perfil do jogador Sidd Finch, nova promessa do beisebol que jogaria pelo Mets. Finch nunca havia jogado beisebol antes, mas era imbatível: conseguia arremessar a bola à velocidade de 265 km/h, valor 60% mais alto do que o recorde anterior. Ele adquirira a habilidade durante uma temporada em um mosteiro no Tibete. Os fãs do Mets lotaram a caixa de correio da Sports Illustrated em busca de mais informações sobre o extraordinário jogador. Mas, na verdade, tudo não passava de invenção do repórter George Plimpton, que assinava a matéria. Ele deu uma dica aos leitores, mas poucos desvendaram: somadas, as primeiras letras de todas as palavras da última frase do texto formavam, juntas, “Feliz Dia da Mentira”.

Foto: Reprodução

Esse tipo de pegadinha já atingiu até os Beatles, que em 1967 sofreram um acidente de carro (que de fato aconteceu!). A mentira dessa história, foi dizer que o acidente teria vitimado fatalmente ninguém menos que Sir Paul McCartney (que na verdade só quebrou um dente). 

A lenda se fortaleceu tanto ao longo dos anos e há quem defenda que o Paul que conhecemos hoje é, na verdade, um sósia do lendário baixista.
Falou em mudanças tecnológicas a galera vai a loucuuuura. O problema é quando tudo não passa de uma grande mentira, como quando a Samsung tem uma ideia diferente: usar pombos.  A brincadeira da fabricante coreana para o Dia Mentira contou com a divulgação de um novo projeto que pretende acoplar “micro-roteadores leves e à prova d’água” em 50 pássaros para levar Internet à Londres inteira. No Brasil, seria fim certo a alguns planos de dados baratos mas ordinários.
O famoso serviço de navegação GPS social também entrou na onda do 1º de abril criando uma versão do aplicativo para a marcação de encontros amorosos no trânsito. Mas eles inventaram que pra identificar as pessoas solteiras eles iam medir o tamanho da porção de comida pedida no delivery ou pela recorrência de compras de acessórios para gatos e cachorros
Em 1º  de abril de 1983, a revista inglesa “New Scientist”, conhecida por noticiar os avanços científicos, publicou uma matéria fictícia exaltando um ousado experimento da biologia molecular. Dois biólogos de Hamburgo, na Alemanha, haviam fundido pela primeira vez células animais com células vegetais. O resultado da cruza de um tomateiro com um boi foi batizado de “Boimate”. 

A revista afimava que “a experiência dos pesquisadores alemães permite sonhar com um tomate do qual já se colha algo parecido com um filé ao molho vermelho”. Revistas brasilerias como a "Veja" e a "Época" chegaram a noticiar a pegadinha.
Já imaginou árvore que nasce macarrão? Em 1957, o programa de notícias da rede britânica de televisão BBC convenceu centenas de telespectadores de que macarrão poderia nascer em árvores. A equipe foi até a Suíça gravar um falso documentário sobre a plantação de espaguete. 

Foram penduradas porções de macarrão cozido nos galhos de árvores, e atrizes encenaram a colheita. Os âncoras do programa confessaram que era pegadinha no final do noticiário.
Essas piadinhas não são de hoje pessoal! A STV (Estação Televisiva da Suécia) inventou em 1962 que era possível transformar uma televisão preta e branca em uma TV em cores.  Era só colocar uma malha fina por cima da tela que o jogo de luzes se alteraria, resultando em uma imagem colorida. Muitos suecos que tinham televisão tentaram grudar uma meia calça à tela. Tadinhos!
Todo mundo ainda tem dúvida se o mostro do Lago Ness existe mesmo ou não. Pensando nisso, o funcionário John Schields do zoológico Flamingo Park, em North Yorkshire, no Reino Unido, decidiu pregar uma peça em uma equipe de zootecnistas que em 31 de março de 1972 vasculhavam o Lago Ness, na Escócia, em busca do lendário monstro.

Ele conseguiu plantar uma carcaça de um elefante no fundo do lago, perto de onde o grupo pararia para almoçar. Tanto o grupo de cientistas como a mídia local e internacional caíram na brincadeira de Schields. No dia seguinte – 1º de abril de 1972 – a principal manchete do jornal “Los Angeles Times” era: “Monstro é erguido das águas do Lago Ness”
O Twitter anunciou, em publicação no seu blog oficial, que os usuários do serviço que vivem nos Estados Unidos teriam que desembolsar, a partir deste dia 1, US$ 5 (R$ 10, aproximadamente) mensais para utilizarem o microblog. Isso, caso quisessem escrever com vogais. Se eles não se importassem de usar somente consoantes, poderiam seguir publicando seus tuítes sem pagar nada
O programa de rádio da CBS, Mercury Theater on the Air de Orson Welles preparou a adaptação de Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, atualizando a história para o presente e alterando o formato para o de noticiário. O problema é que uma galeeeera acreditou que aquilo estivesse realmente acontecendo. A pegadinha deu tão certo que depois de 76 anos ela ainda é lembrada
A revista esportiva norte-americana Sports Illustrated dedicou uma matéria da edição de 1º de abril de 1985 ao perfil do jogador Sidd Finch, nova promessa do beisebol que jogaria pelo Mets. 

Finch nunca havia jogado beisebol antes, mas era imbatível: conseguia arremessar a bola à velocidade de 265 km/h, valor 60% mais alto do que o recorde anterior.

Ele adquirira a habilidade durante uma temporada em um mosteiro no Tibete. Os fãs do Mets lotaram a caixa de correio da Sports Illustrated em busca de mais informações sobre o extraordinário jogador. 

Mas, na verdade, tudo não passava de invenção do repórter George Plimpton, que assinava a matéria. Ele deu uma dica aos leitores, mas poucos desvendaram: somadas, as primeiras letras de todas as palavras da última frase do texto formavam, juntas, “Feliz Dia da Mentira”.
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